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A humilhação feita por comissárias de bordo da LATAM e da GOL Segundo relatos divulgados pela imprensa, um casal brasileiro havia pago por assentos com espaço extra (categoria premium/economy com mais espaço para as pernas) em um voo da LATAM da Alemanha para o Brasil, mas que recebeu cartões de embarque com lugares diferentes dos originalmente escolhidos. Já dentro da aeronave, surgiu um conflito porque outra passageira também alegava ter comprado um dos mesmos assentos. A situação escalou pois a comissária de bordo, funcionária da empresa, simplesmente tentou colocar os passageiros contra a reclamante sem tentar resolver o problema. A polícia alemã chegou a ser chamada para entrar no avião antes da decolagem. A passageira, identificada nas reportagens como Pâmela Baldan, afirmou que se recusou a deixar o assento pelo qual havia pago e que se sentiu desrespeitada durante o atendimento. No fim, ela foi transferida para um assento comum, enquanto o marido ocupou um dos lugares com espaço extra, e os dois viajaram separados durante o voo. Ela disse que pretende processar a companhia. Foi apenas depois que o vídeo feito pela passageira viralizou nas redes sociais que a Latam entrou em contato e lamentou o transtorno e informou que já reembolsou o valor pago pelos assentos especiais. Esse não é um caso isolado e tem se repetido em muitos voos tanto da LATAM como da GOL. Basta você fazer uma reclamação que as comissárias alteram a voz e tentam colocá-lo contra os passageiros sem que nenhuma providência seja tomada pela companhia aérea. Eu mesmo já passei por isso em voos tanto da LATAM como da GOL. Mesmo tendo oferecido reclamação as referidas companhias e no site Reclame Aqui, nenhuma satisfação me foi oferecida. Em outro caso de disputa por assentos que viralizou nas redes sociais em 2023, a Justiça de São Paulo condenou a Gol Linhas Aéreas a indenizar duas passageiras que sofreram agressões verbais e físicas após reivindicarem os lugares que haviam comprado. O entendimento foi que a companhia tinha o dever de garantir o uso correto dos assentos e administrar o conflito adequadamente. Na justiça, em geral, os juízes analisam fatores como: Se o passageiro tinha direito contratual ao assento premium. Se houve rebaixamento de categoria (downgrade) sem justificativa adequada. A forma como a companhia comunicou e tratou a situação. A existência de constrangimento público, humilhação ou exposição excessiva. Eventuais prejuízos materiais e emocionais comprovados.
A verdade é que a ANAC: Agência Nacional de Aviação Civil, órgão do governo brasileiro que fiscaliza os serviços dessas companhias, nada faz e acaba por proteger essas empresas.
Cesar
Jumana
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