***   Direito de Resposta   ///   Direito de resposta concedido a Organização Social João Marchesi em razão da matéria publicada na Coluna "De Cara Limpa" por Cesar Vieira Bisetto com o título: "Em Caraguatatuba UPA quer dizer "Unidade de Passagem para o Além" na edição do Jornal Noroeste News publicada em 22 de novembro de 2018. Prezados Leitores, Considerando que a matéria acima intitulada teve sua redação movida pelo "desabafo" de seu autor, que no afã de tecer críticas destrutivas aos serviços prestados pela UPA - Unidade de Pronto Atendimento, gerenciada pela Organização Social João Marchesi, acabou por misturar uma série de assuntos desconexos, envolvendo não somente nomes de pacientes, esposa de paciente, autoridades municipais, representante do Ministério Público e até da procuradora da República, criticando também o atendimento que recebeu pela UNIMED, bem como divulgando uma série de informações equivocadas, passamos a exercer o necessário "direito de resposta", trazendo a seguir esclarecimentos a todos os leitores desse respeitoso veículo de comunicação, visando alcançar principalmente a população que utiliza dos serviços do SUS, através da UPA, por intermédio da Organização Social João Marchesi. Importante esclarecer o equívoco constante da matéria, pois, assim como a Organização Social João Marchesi é responsável pelo gerenciamento de serviços de saúde da UPA/Centro, é também da UBS (Unidade Básica de Saúde) do Morro do Algodão, de cuja unidade diz o autor ser usuário, atribuindo elogios ao atendimento de qualidade dispensado por seu médicos e funcionários. Destacamos ainda, que diferentemente da opinião do jornalista, com uma rápida busca em sites da internet encontramos nas redes sociais inúmeros elogios e agradecimentos por usuários atendidos nas unidades de saúde gerenciadas pela Organização Social João Marchesi, cujas identidades não nos caba revelar, em respeito à liberdade de expressão que é protegida por lei, critério que lamentavelmente não foi observado na matéria. Já com relação às mencionadas impugnações ao contrato firmado entre a OSJM e a Prefeitura Municipal, cabe esclarecer que foram por meras questões documentais, nenhuma relação havendo com o atendimento que realiza na saúde. Além disso, a pesquisa em sites utilizada na matéria não é a maneira correta a dar base para mencionar números de menções ou de processos encontrados em nome de alguém, porém, resta informar que nossa instituição gerencia serviços em várias cidades do estado de São Paulo, de forma que revela-se absolutamente normal que seja mencionada nas publicações das Imprensas Oficiais que tratam de divulgar todos os atos ligados aos serviços relacionados aos governos, em todas suas esferas, inclusive, em respeito a transparência, já os processos encontrados em seu nome devem ser apurados. Ademais, até por curiosidade, se pesquisarmos o nome de qualquer pessoa física, a exemplo do editor da matéria, muito provavelmente, encontraremos processos, fato que, por si só não desabona a sua conduta, enquanto profissional. No que tange ao inconformismo relativo ao tempo de espera no atendimento na UPA, cabe esclarecer aos leitores, que o protocolo adotado para atendimento obedece ao preconizado pelo Ministério da Saúde, denominado Protocolo de Manchester, por meio do qual, os doentes são classificados por cores, após uma triagem baseada em sintomas, de forma a representar a gravidade do quadro e o tempo de espera para cada paciente, conforme tabela abaixo: Assim, dependendo da classificação, o atendimento poderá demorar um pouco mais, e, por isso, não se admite a maldosa ironia que inspirou o autor na criação do título da matéria "UPA - Unidade de Passagem para o Além", sendo importante esclarecer que, de fato, não ocorrem sucessivas mortes em decorrência de falha no atendimento, como informado na matéria. Ainda em resposta aos mencionados óbitos, revendo os prontuários de atendimentos, foi constatado que o paciente cujos nome e sobrenome foram citados na referida matéria, tratava-se de portador de patologia grave, bem como que a ele foi dado todo o atendimento emergencial necessário, bem como realizados todos os procedimentos possíveis, nada de irregular sendo verificado. Relevante esclarecer também, que não somente com relação ao paciente acima referido, assim como nos demais casos de atendimento de emergência, não é admitida a presença de acompanhante, dada a gravidade das patologias tratadas, não havendo que se falar em desrespeito à legislação. Já com relação a criança de 04 anos, apenas com a informação do primeiro nome não é possível um levantamento preciso, porém importante informar que recentemente nenhum caso de óbito foi constado nos atendimentos da UPA, de criança de mesma idade e nome mencionados na matéria ora respondida. No que se refere às críticas ao atendimento, oportuno aqui o reconhecimento pelo incansável desempenho dos médicos e funcionários, que lutam cotidianamente para salvar vidas, atendendo a numerosa demanda que, somente neste mês de novembro atingiu 14.620 atendimentos, numa média de 541 por dia. E nesse contexto, quantas vidas já foram salvas na UPA? Por último, aproveitamos para agradecer pela confiança a nós depositada e dizer que queremos reafirmar nosso compromisso, sabendo que a responsabilidade de prestar serviços de saúde pública é incomparável com qualquer outra, pois o Direito à Vida é o bem maior que o ser humano pode ter, por isso jamais pouparemos esforços para dar o digno e merecido atendimento a toda população, nos colocando à disposição para outros esclarecimentos que se fizerem necessários. ORGANIZAÇÃO SOCIAL JOÃO MARCHESI

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